Literatura e arte no dia das universidades africanas
Está patente desde Terça-feira última na Universidade Lusíada em Luanda, uma exposição bibliográfica contendo volumes de diferentes editoras, incluindo da livraria Chá de Caxinde. A mostra enquadra-se nas celebração do 8 de Novembro Dia das Universidades Africanas, assinalado nesta Terça-feira.
Constam desta exposição trabalhos como “Kamasutra moderno ilustrado”, de Francois Hercusse, “Angola”, de Mike Stead, “Sean Rorison”, Nelson Mandela, “Arquivo Intimo”, passando pelo livro “Direito Angolano das Sociedades Comerciais”, manual de “Direito Fiscal Angolano”, Lobito”, de António Mateus, entre outros títulos sobre economia, África Negra, histórias e civilizações africanas.
Compõem a mostra jogos africanos, dicionários enciclopédicos de psicologia, bem como trabalhos sobre direito constitucional, tributário, família, direito de obrigações, direito internacional e relações internacionais.
Arte e cultura
A par da literatura, as artes de esculpir e pintar também continuam presentes. Dezasseis peças de artesanato e seis quadros estão patentes no átrio da referida instituição. Denominada exposição de arte africana, dirigida pelo Museu Nacional de Antropologia, retrata aspectos da cultura de vários países entre os quais o Gabão, com a peça Mbula Ngulu, um relicário feito de latão e madeira.
Angola está representada pela máscara Mwana Pwó, usada em cerimónias de entronização de poder e de iniciação masculina na região Leste. Por sua vez ,o Mali tem patente neste certame uma máscara zoomórfica em madeira, representando um antílope usado em cerimónias de iniciação feminina.
Já a Nigéria tem representada igualmente uma máscara de bronze, e o Burkina Faso uma fechadura da porta feita de madeira que representa a segurança da nobreza. À semelhança dos países já referenciados, a República Democrática do Congo aparece de igual modo com uma máscara de pau preto com missangas, usado como
fonte: http://www.opais.net.pt/
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